Sobre mim

Advogado. Escritório atuante no Direito Civil, Familiar, Bancário e RENAJUD.
Advogado formado pelo UNICURITIBA, OAB/PR 111.516, fundador do Gabriel Valério Advocacia (2022). Pioneiro no Paraná na atuação especializada contra restrições RENAJUD, com mais de 500 processos patrocinados nas 27 unidades da Federação. Concentro a prática em direito veicular e bancário: busca e apreensão, purgação da mora, saldo remanescente de leilão, desbloqueio RENAJUD e indisponibilidade de bens (CNIB). Também atuo em direito do consumidor (golpe Pix, SCR, negativação indevida) e família. Desenvolvi software próprio para localizar restrições pela placa e mantenho as plataformas renajud.com.br e consultarrenajud.com.br. Autor de artigos técnicos no Jusbrasil. Atendimento presencial e digital.

Verificações

Gabriel Valério, Advogado
Gabriel Valério
OAB 111.516/PR VERIFICADO
O Jusbrasil confirmou que esta OAB é autêntica
Assinante
Desde Março de 2022

Principais áreas de atuação

Direito Civil, 31%

Busca e apreensão de veículos, embargos de terceiro, remoção de restrição judicial RENAJUD, defes...

Direito do Consumidor, 25%

Fraudes bancárias e golpe do Pix: bloqueio, rastreio e devolução de valores (MED), responsabiliza...

Direito de Família, 25%

Pensão alimentícia: fixação, revisão, exoneração e execução, inclusive alimentos avoengos. Divórc...

Trânsito, 18%

Remoção de restrições judiciais RENAJUD: bloqueio de circulação, transferência, licenciamento e p...

Comentários

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Gabriel Valério, Advogado
Gabriel Valério
Comentário · há 5 meses
Concordo com a abordagem do material. Reforço ainda alguns pontos que fazem diferença real no resultado.

Primeiro, as quatro modalidades distintas de RENAJUD. Existem restrições de transferência, licenciamento, circulação e penhora averbada. Cada uma tem efeito jurídico distinto e gera urgência distinta.

Apenas a de circulação autoriza apreensão em blitz; as outras não, mas a de transferência pode ser convertida em circulação após uma ou duas tentativas frustradas de apreensão pelo oficial. Saber qual está ativa é o primeiro filtro estratégico — e nem sempre a informação chega pronta ao cliente.

Segundo, a escolha do instrumento processual. A regra geral são embargos de terceiro (art.
674 do CPC), especialmente quando o adquirente é terceiro de boa-fé com prova documental do negócio anterior à inscrição. Mas em cenários com prova documental robusta e boa-fé manifesta, é possível obter o desbloqueio por petição simples nos autos originários da execução, em sede de cognição sumária, sem o trâmite completo dos embargos — via mais rápida (semanas em vez de meses) e com custo processual menor.

Att.
Dr. Gabriel Valério Advocacia
OAB/PR 111.516
Atuo de forma dedicada em remoção de restrições RENAJUD em todas as unidades da Federação. A dedicação ao tema me levou a adquirir o domínio renajud.com.br como portal técnico permanente do nicho e a investir no desenvolvimento de software proprietário capaz de localizar, a partir apenas da placa, todas as restrições RENAJUD ativas sobre o veículo, inclusive em estados em que o portal do DETRAN local não exibe a informação ao público. Mais conteúdo em www.renajud.com.br.
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Gabriel Valério, Advogado
Gabriel Valério
Comentário · há 5 meses
Boa orientação geral. Reforço quatro pontos que costumam mudar o desfecho do caso.
Primeiro: pagar a dívida do processo de origem nem sempre é o caminho mais inteligente — e em vários casos não é necessário, nem cabível. Existem cenários frequentes em que o desbloqueio acontece sem pagamento algum: terceiro de boa-fé (Súmula 375 do STJ, combinada com art.
1.267 do CC e art. 792 do CPC); prescrição da pretensão executiva (art. 924, V, do CPC, modulada pelos prazos do art. 206 do CC e pela Súmula 150 do STF); nulidade de citação no processo originário (art. 239 do CPC), que arrasta a execução inteira e impenhorabilidade do veículo como instrumento de trabalho profissional (art. 833, V, do CPC)— tese forte para motoristas de aplicativo.

No que puder ajudar de qualquer outra forma, fico à disposição.

Dr. Gabriel Valério Advocacia
OAB/PR 111.516
Atuo de forma dedicada em remoção de restrições RENAJUD em todas as unidades da Federação. A dedicação ao nicho me levou a adquirir o domínio renajud.com.br como portal técnico permanente do tema e a investir no desenvolvimento de software proprietário capaz de localizar, a partir apenas da placa, todas as restrições RENAJUD ativas sobre o veículo — incluindo em estados em que o portal do DETRAN local não exibe a informação ao público. Mais conteúdo em www.renajud.com.br.
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Recomendações

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Ubirajara Malago, Apicultor
Ubirajara Malago
Comentário · há 25 dias
Deve-se ficar bem claro: vender carro que tenha passado por leilão não é crime! Todos os dias centenas de carros são vendidos em leilão só aqui em SP. Também se criou uma mitologia que o carro de leilão vale menos do que o não de leilão. Tal distorção passou a acontecer por causa das seguradoras que, por interesse comercial, passaram a não fazer seguro de leiloados ou cobrando mais por seguro destes, sem respaldo na lógica. Nada mais óbvio , o leiloado naturalmente é um pouco mais antigo normalmente e portanto tem a possibilidade de quebrar maior. Ocorre que a maioria dos leiloados não são sinistrados, ou seja, são recuperados de financiamente . O antigo proprietário não pagou o financiamente então teve que devolver o veículo. Situação perfeitamente normal e regular. Os carros que são vendidos em leilão são, lógicamente, um pouco mais barato que a tabela FIPE. Mas nem sempre. Isso deve-se ao comprador não poder testar o carro antes de comprar. Defeitos mecânicos eventuais são comumente especificados pelos grandes e sérios leiloeiros. Não existe demonstração lógica do menor valor do leiloado a não ser, às vezes não dispor do manual do proprietário. Coisa sem importância.
Outra distorção: porque a passagem por leilão não consta em nenhum documento oficial e sim nos sistemas das empresas vistoriadoras de veículos? Há um tempo constava no CRLV mas devido à não importância do fato passou a não constar mais . Seria mais uma descarada mostra da máfia do detran junto ás vistoriadoras ? Vistoria aliás que já tinha sido decidido que deixaria de existir porém se voltou atrás . Ocorre que a vistoria obrigatória é apenas um encargo a mais para o comprador pois a aprovação simplesmente mostra que o veículo dispõe de itens obrigatóriso como macaco, triangulo , pneus ok, iluminação , buzina etc etc . Ora tecnicamente tudo isso é sabido pelo comprador que se responsabiliza, e está sujeito à lei caso não cumprir , providenciar tudo para a segurança do trânsito. Tudo issp começou na famigerada vistoria veicular obrigatório da prefeitura Kassab aqui de SP. Prejuízo para milhares de proprietários que, desde veículos de coleção , veículos em processo de restauração, veículos que não circulavam etc tinham que se deslocar perdendo dias de trabalho e dinheiro e nunca mais sendo indenizados por isso. Quem passou por isso lembra o ritual até humilhante que o cidadão era submetido. Tudo burocracia . Muita burocracia e começão de dinheiro do cidadão.
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